Má que belo jeito de começar um domingo que foi, ontem.
Há horas que eu passava pelo quarto da vista boa do pôr do sol (ou quarto da música ou qualquer outra coisa... só não gosto de chamar de escritório, senão parece que casa é para trabalhar, mais ainda) e atirava um papelzinho ali, uma nota aqui, uma revista por cima do sofá... resultado: juntou uma traiera que eu fiquei adiando por um bom tempo, até acordar inspirado ontem.
Toda faxina é uma oportunidade, de mudança, de rever as coisas, de tirar o pó daquelas poucas e essenciais que realmente devem ser mantidas (e geralmente é só para revivermos elas mais para a frente e ter uma boa memória, de novo), mas, principalmente desocupar, liberar espaço. Viva o desapego.
Assim como tudo, isso também gera um dilema: não guardar nada ou guardar tudo. Não leva a nada os dois extremos, mas, se for para escolher, vai a primeira opção. Prefiro tentar (e é 'tentar' mesmo) não guardar nada.
Eu li (ou escutei) uma vez que a gente só deve guardar aquilo que pode carregar na mão.
Ainda não rola o desapego total, mas, tô tentando manter só o essencial... e na cabeça, não no papel.
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