domingo, 20 de novembro de 2011

:: domingo 20nov11 ::


Me perdi total… fui até ver o último post quando tinha sido. Há mais de mês e meio atrás. Que barbaridade!
Mas, agora tamo de volta na atividade, irmão.

Tem um monte de desculpa pra mim mesmo por não ter conseguido escrever durante esse tempo todo, mas, tudo furada.
Talvez a mais fácil é a das viagens… então, vou usar ela para dar o gás na volta à escrita.
Eu lembro seguido de uma frase quando penso ou me perguntam se estou viajando demais: mais do que eu gostaria, menos do que eu deveria.
O gostar de viajar vem das possibilidades, os lugares novos, as novas visões, novas pessoas, comidas… ai por diante. Mas, nem tudo são malbecs argentinos, é lógico, essas possibilidades e novidades estão escondidas em horas de espera num aeroporto ou num taxi de 40min.
E realmente eu acho que muitas vezes estão escondidas mesmo. Não que estejam escondidas de fato atrás de uma porta, mas, que se não estivermos prestando atenção não vamos ver, se não estiver escutando, não vamos... ver.
Não lembro das vezes que fui correr na rua em que estava de fone de ouvido, lembro muito mais da maioria que corro sem fone e fico vendo o que acontece no caminho. É igual ao baixar o volume quando tô tentando achar um endereço novo enquanto dirigindo.. não dá para tentar achar a rua com o volume alto (eita limitação!). Não dá para ver as coisas e as pessoas durante a corrida na praia se estiver com o fone de ouvido.
Mas (sempre tem um), uma das últimas esperas me rendeu um momento único que acabei olhando mais pra dentro… perdi a visão de fora, colocando um fone de ouvido isolando o barulho de tudo lá fora, mas, fique feliz demais por estar escutando uma música bem escutada esperando o voo. Foi uma espera das melhores, ultimamente. Além de ter escutado música com volume e qualidade, que há horas tava querendo, a próxima espera no aeroporto já foi diferente: não usei o fone de novo e prestei mais atenção em tudo que estava ali para ver.
O que não dá é para deixar virarmos no estilo New Yorker onde todos passam com o fone na cabeça, não escutando nada do mundo lá fora e, para mim, não vendo nada, também.
É bom para um momento desses, lá de quando e vez, esperando ou aqui escrevendo… mas para que gere o valor no que tá fora também, não feche os ouvidos para o que tá la fora.
Um salve a música boa e essencial!
Beijos e abraços.

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